sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Paolla Oliveira conquista a preferência dos homens com papel em ‘Felizes para sempre?’


Clarissa Monteagudo

Ela é a diva que o Brasil inteiro quer copiar. Duro é conseguir. Após anos e anos lacrimejando com suas mocinhas na TV, Paolla Oliveira sapateou nos trending topics do Twitter, despontou como o nome mais procurado do “Google” e fez o Brasil parar com sua aparição já mítica na pele da prostituta Danny Bond, na minissérie “Felizes para sempre?”.
No dia seguinte à cena, ninguém sentiu falta do futebol na Praça Varnhagem, ponto de encontro das torcidas na Tijuca. Em plena quarta-feira, todos vestiam a mesma camisa: do time Paolla Oliveira. Diante da TV, após o “Big Brother Brasil 15”, a expectativa: será que a diva repetiria a performance arrasa-quarteirão de terça-feira? Tulipas a postos, olhos na tela, pouca conversa. Diante de um invejado Enrique Diaz, ela surge, de lingerie:
— Receber para esse papel? Eu pagava pra estar ali. É um absurdo de mulher — aplaudia Bruno Dantas, de 25 anos, fantasiando o lugar do personagem de Enrique, que paga por sexo com a curvilínea garota de programa:
— Ela foge do padrão musculoso. Tem cintura fina, é perfeita, linda.
Para o eletricista Arthur Cerqueira, a cena foi sensual, mas sem vulgaridade:
— Esse é o atrativo. A cara de santinha deixa tudo mais interessante. Hoje, a vulgaridade não chama mais atenção. É muito comum.
Diante do chope, o guindasteiro offshore Alberto Resende, de 28 anos, sonhava um minuto na pele do cliente da arrasadora Danny:
— É história para um homem contar pro neto.

Paolla Oliveira na cena que repercutiu na internet
Paolla Oliveira na cena que repercutiu na internet Foto: Reprodução / TV Globo

Em outra mesa, o militar Luciano Carvalho, de 38 anos, aprovava a escolha de uma atriz de 32 anos para o papel. Para ele, uma novinha não teria o mesmo efeito.
— Imagina que problemão: Paolla ou Bruna Marquezine? Mas acho que a Paolla é perfeita. Uma mulher com mais experiência.
Difícil foi esquecer a cena. O escrevente João Pamplona, de 25 anos, bem que tentou, mas foi dureza.
— Diz para ela que eu sou puro suco. Dá meu Whatsapp! Que mulher...
É, Paolla, gol de placa.

No bar, um brinde à musa Paolla Oliveira


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