terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Pesquisadores criam pulseira que vira drone para tirar fotos aéreas

Grupo participa de desafio da Intel para criar computadores vestíveis. 
Ideia é fazer drone de quatro hélices sem enrolar no pulso como bracelete.

Do G1, em São Paulo
Nixie é uma pulseira que se transforma em um drone para, após alçar voo, tira fotos aéreas. (Foto: Divulgação/Intel)Nixie é uma pulseira que se transforma em um drone para, após alçar voo, tira fotos aéreas. (Foto: Divulgação/Intel)
Um time de empreendedores que participa de uma competição da Intel criou a primeira câmera vestível que voa. A Nixie é uma pulseira que, ao se desenrolar do pulso de quem a estiver usando, vira um drone que alça voo para tirar fotos aéreas.
O dispositivo está sendo desenvolvido por uma das dez equipes finalistas do “Make It Wearable” (Faça isso vestível), em que a Intel mistura competição com um programa de mentoria para empreendedores. Iniciado há nove meses, o desafio chegou à reta final na quinta-feira (25) quando os finalistas foram anunciados. O ganhador do prêmio de US$ 500 mil será concedido em novembro.
“Com câmeras tradicionais, os fotógrafos têm que interromper o momento para tirar fotos, e o controle requer manipulação manual. A Nixie colocar você no centro de fotos e vídeos –sem querer suas mãos ou sua atenção”, descreve a Intel.
Protótipo da Nixie, uma pulseira que se transforma em um drone para, após alçar voo, tira fotos aéreas. (Foto: Divulgação/Intel)Protótipo da Nixie, uma pulseira que se transforma
em um drone para, após alçar voo, tira fotos
aéreas. (Foto: Divulgação/Intel)
Segundo Jelena Jovanovic, a gerente do projeto, a ideia é permitir que as pessoas não tenham que interromper suas atividades para tirar uma foto, principalmente aquelas que exigem concentração e, por serem radicais, rendem boas imagens.
Um vídeo demonstrativo sugere que o Nixie pode ser utilizado enquanto se escala uma montanha ou durante uma volta de bicicleta por trilhas na floresta (Veja acima).
A partir desse conceito, o líder da equipe, Christoph Kohstall, pensou em transformar um quadcóptero (um drone com quatro hélices) em algo que desse para vestir. Daí nasceu a pulseira. Por fazer parte do desafio, o aparelho é equipado com os novos processadores Edison, da Intel

 

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